Ao lado de Erling Haaland, que marcou dois gols, o outro herói da seleção da Noruega na vitória por 2 a 1 sobre o Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 foi o goleiro Orjan Nyland. O jogador defendeu um pênalti cobrado por Bruno Guimarães quando o placar ainda estava empatado em 0 a 0.
“Fizemos um pouco de história”, afirmou Nyland após a partida. O goleiro, que atualmente está sem clube, destacou a preparação da equipe. “Sabíamos que o Brasil tem uma enorme qualidade no ataque e também jogadores que podem sair do banco. Acho que o mais importante é simplesmente nos prepararmos de maneira normal.”
Sobre a defesa decisiva, Nyland disse: “Obviamente, quando você consegue defender um pênalti logo no início, fica muito difícil vencer você. Foi um grande momento para mim, mas também para a equipe, para nos dar um pouco de tranquilidade”. Ele completou: “Foi um grande esforço coletivo, então estamos muito felizes hoje.”
No segundo tempo, dois gols de Haaland selaram o pior desempenho do Brasil em Copas do Mundo desde a edição de 1990, quando a Seleção também foi eliminada nas oitavas de final. Para a Noruega, a vitória representa o melhor resultado da história, com a primeira classificação às quartas de final.
“Escrevemos um pouco de história, então espero que muitas crianças na Noruega possam reviver esse momento quando saírem para jogar futebol e sonhar que, um dia, estarão na mesma posição que eu, que é possível alcançar isso, não importa de onde você venha”, acrescentou Nyland, de 35 anos, que fez várias defesas decisivas ao longo da partida.
Campanha da Noruega na Copa
A seleção norueguesa avançou na competição com uma campanha sólida. Na fase de grupos, a equipe somou vitórias importantes e garantiu a classificação para o mata-mata. O desempenho defensivo, liderado por Nyland, foi um dos pontos fortes da equipe ao longo do torneio.
Com a eliminação do Brasil, a Noruega se prepara para enfrentar seu próximo adversário nas quartas de final. A partida representa um momento histórico para o futebol norueguês, que nunca havia alcançado essa fase em edições anteriores da Copa do Mundo.
